Reflexão evangélica. Parte do livro Os 7 Decretos de Deus. De Gilliard Lima.


1 de maio de 2012
[Frase para Reflexão]
Reflexão Evangélica
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“Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” Jeremias 31.34
Somos transformados por aquilo que ouvimos.
Mas antes de ocorrer a verdadeira transformação nós filtramos tudo o que ouvimos. O filtro que todos nós utilizamos é o coração. Se o coração estiver alegre tudo o que ouvimos terá uma “coloração” alegre. Se o coração estiver machucado até mesmo palavras boas poderão nos machucar.
Do coração procede o caminho para a vida.
Um coração sadio produz uma vida sadia. Um coração doente produz uma morte em vida.
O perdão é o maior fortificante para o coração. Sem perdão vivemos de passado. Com perdão podemos levantar a cabeça e almejar o horizonte. A falta de perdão é a algema do prisioneiro. Faz-nos olhar para trás e ficar para trás.
Encontramos cinco estágios facilmente identificáveis na vida de quem não perdoa:
1º Tristeza: No primeiro estágio ao nos sentirmos atacados, identificamos sempre como uma rejeição qualquer ato, palavra ou situação que ameace a nossa segurança. E passamos a nos entristecer continuamente com a lembrança do fato.
2º Mágoa: Adquirimos um ressentimento, que irá nos machucar sempre que nos depararmos com situação, palavras ou atos semelhantes.

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3º Ódio: Desenvolvemos uma aversão a tudo o que nos lembra a situação, a palavra ou o ato que não conseguimos perdoar.
4º Vingança: Concentramos as nossas energias em destruir a possível ameaça.
5º Insatisfação: Não nos conformamos com a vingança e voltamos ao primeiro estágio: a tristeza.
Apenas o perdão pode quebrar este ciclo.
Deus decretou que iria perdoar e esquecer as nossas falhas, mas sem deixar cair por terra nenhuma das suas palavras, nem mesmo o decreto anterior, o Decreto da Morte. “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” (Isaías 1.18)
O segundo decreto nos deixa claro que Deus deseja ter a nossa presença novamente. Vemos o ofendido, o Senhor Deus, buscando reconciliação com o ofensor: Nós! Neste ponto alguém poderia argumentar: “Que história é esta? Quem errou foi Adão e Eva, eu não ofendi ninguém!” Mas veja, se você não gosta de ser chamado de “nenenzinho” da mamãe e ela faz isto na presença dos seus amigos e amigas, você imediatamente se sente ofendido, até mesmo ridicularizado. Ela não fez isto por maldade, talvez nem tenha notado que isto lhe ofendeu. Da mesma forma Deus não se agrada que suas criaturas, os homens, vivam a se enganar, destruindo uns aos outros das mais diversas maneiras. Se nós vivermos desta forma estaremos automaticamente ofendendo a Deus. E é isto que Ele chama de pecado! Podemos até não notar que agimos mal. Muitas vezes nos esquecemos que erramos, mas é do conhecimento de todos que quem bate esquece, porém quem apanha não esquece não!
Reflexão Evangélica
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Mas assim como você perdoa a sua mãe depois de se certificar que ela não irá fazer isto novamente, Deus também está ansioso por nos oferecer o perdão. “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.” (Isaías 43.25) Que nós possamos seguir o exemplo do nosso Pai Celestial: buscar a reconciliação. Reconciliação é mais do que perdoar, é criar oportunidades para o perdão.

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O perdão nasce no amor, cresce na fé e frutifica na esperança, mas não morre pois o perdão é que devolve a vida! O perdão nasce no amor pois sem renúncia aos nossos direitos não há perdão.
Ele cresce na fé pois perdoamos a cada dia por obediência a vontade de Deus.
E o perdão frutifica na esperança pois exige paciência daquele que perdoa e daquele que é perdoado.
A primeira vez que o Senhor Deus revelou este Decreto foi logo após o pecado do homem, no jardim do Éden, quando sentenciou a serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a sua descendência. Este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”
Deus estava dizendo a serpente:
- Você enganou a mulher, mas Eu irei levantar um homem da descendência dela que irá derrotar você de uma vez por todas.
O descendente da mulher iria pisar na cabeça da serpente, e nós sabemos que um golpe na cabeça representa um golpe mortal. Já a serpente haveria de ferir o calcanhar do descendente da mulher, e sabemos que um ferimento no calcanhar causa muita dor. Toda esta profecia se cumpriu em Jesus, pois Jesus Cristo golpeou com golpe mortal a serpente. A antiga serpente inimiga dos homens o feriu no calcanhar, ferindo a Jesus com grande dor.
Outra revelação importante que encontramos nesta profecia é que o descendente da mulher não iria permanecer na terra, pois aquele que é ferido no calcanhar não pode tocar o chão por algum tempo.
Além de não pecar, Jesus aceitou morrer na cruz por todos nós, uma morte que causa uma dor terrível. Mas o mais importante é que depois no terceiro dia Ele ressuscitou, aparecendo durante algum tempo para aqueles que o seguiam e depois subiu para estar a direita de Deus Pai.
Jesus já derrotou a serpente!
A derrota da serpente foi completa, pois além de Jesus ter vivido como homem, ter sido tentado em tudo o que somos tentados, além disso, também perdoou os nossos pecados através do seu sacrifício perfeito e criou para Deus um povo santo, disposto a viver como Jesus viveu, mortos para o pecado e vivos para Deus.
Logo após Adão e Eva perderem o acesso ao Paraíso, fez Deus vestimentas de peles para eles e o mais interessante é que Deus mesmo os vestiu! (Gênesis 3.21) O pecado, a nudez, a vergonha do homem, só pode ser coberto pelo próprio Deus. Deus estava dizendo que haveria de cobrir a vergonha do homem, Deus mesmo os justificaria, mas para isto seria necessário o derramamento de sangue. Para fazer vestes de pele um animal teve de ser sacrificado.
Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus, aquele que derramou o seu sangue para que através da sua justiça fossemos justificados, e da mesma forma que Adão e Eva foram vestidos por Deus, nos somos cobertos pelo Sangue de Cristo e podemos agora chegar com confiança a presença de Deus, pois em Cristo Jesus recebemos o prometido perdão de Deus! Graças a Deus que proveu um Cordeiro perfeito, Jesus, para que através dEle tivéssemos novamente acesso a sua presença.
Louvemos a Deus pelo seu grandioso e bendito perdão.
“Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Jeremias 31.34)

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Gilliard Lima